Blog > Animais de Estimação > Quantas vezes por dia deve Alimentar um Cão?

Nunca recusam comida, mesmo que não tenham fome. Mas só isso é suficiente para plantar a semente da dúvida na cabeça dos donos.

Devo alimentar um cão quantas vezes por dia? Será que dou pouca ração e ele está esfomeado?

Revelamos tudo neste artigo.

 

Como era Cuidar de um Cão há milhares de anos

Os primeiros cães domesticados terão surgido na Europa há cerca de 10 mil anos, trazidos pelos povos nómadas da Ásia.

Eles protegiam o Homem de várias ameaças, e como recompensa, recebiam comida. Na altura, não havia preocupações com o tipo de alimentação, quantidade ou a frequência.

Mas os cães evoluíram - e bastante! Foram o primeiro ser vivo terrestre a visitar o espaço e a orbitar o planeta Terra.

Com os anos, tornaram-se mais próximos do Homem, mais sedentários e dependentes. Daí a necessidade de lhes oferecer uma dieta equilibrada, essencial para a saúde e longevidade dos amigos de longa data.

 

Perguntas Frequentes sobre a Alimentação dos Cães

Devo alimentar o cão apenas uma vez ao dia?

Por uma questão de comodidade, há quem alimente apenas 1 vez por dia, mas os veterinários não aconselham.

O animal pode ficar esfomeado. Vai ter tendência a comer mais rápido e a ingestão acelerada da ração propicia problemas de estômago. O cão pode até engasgar-se.

O ideal é alimentar um cão adulto 2 vezes ao dia, com um intervalo de 8 a 12 horas.

A fome (ou a vontade de comer) do cão durante o dia inteiro pode levar a alterações comportamentais. Se nós, os adultos, ficamos irritados e sem paciência, o mesmo se passa com o fiel amigo de quatro patas.

 

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Quantas vezes ao dia devo alimentar o meu cão?

À medida que o animal cresce, a frequência das refeições tende a diminuir. Depende sempre do estado de saúde do animal, idade e raça.

No geral, a frequência deve ser a seguinte:

  • Cachorros de 2 a 4 meses: 4 vezes ao dia (algumas raças podem exigir maior aporte calórico);
  • Cães jovens de 4 a 8 meses: 3 vezes ao dia;
  • A partir dos 8 meses: 2 vezes ao dia (de manhã e ao final do dia).

Há raças que são propensas à hipoglicémia (baixo nível de açúcar no sangue). O melhor é questionar o veterinário se nota que o animal está a ficar obeso ou evidencia problemas de pelo, urinários ou outros comportamentos fora do comum.

Ajustar a dieta como uma ração própria, pode resolver o problema.

 

Qual a quantidade ideal de ração?

Depende de vários fatores. Os cães têm diferentes necessidades de nutrientes, que varia consoante:

  • Idade;
  • Tipo de raça;
  • Porte do animal;
  • Estilo de vida;
  • Nível de atividade física;
  • Doenças pré-existentes ou outras condições como a gravidez.

É importante verificar as quantidades recomendadas na embalagem, de acordo com o peso e o tipo de ração.

Mas pode ir adaptando. Ao pesar o animal todos os meses, consegue perceber se está a gastar muita energia (logo, pode dar mais um pouco), ou se a quantidade recomendada é demasiado alta para o nível de exercício e porte do cão.

 

Deixar a comida o dia todo na tigela – sim ou não?

Deixar a comida na tigela durante longas horas atrai visitantes indesejáveis, como as moscas, formigas e roedores, que contaminam os alimentos. Sobretudo, se a comida estiver no exterior.

Há outro aspeto importante quando se fala de alimentação.

Os cães adoram rotinas e são importantes para a sua disciplina. Idealmente, deve dar a ração no mesmo local e à mesma hora.

Este hábito traz outra vantagem. Será mais fácil perceber se o cão está a comer bem e tem apetite. Deixar de se alimentar é um forte indicador de falta de saúde.

As tigelas devem ser limpas todos os dias e longe da zona onde costumam fazer as suas necessidades fisiológicas.

 

Invista numa alimentação de qualidade

Os cães comem o equivalente a 2-3% do seu volume corporal. Por isso mesmo, deve escolher uma ração para cão de qualidade. É um fator-chave para a sua saúde e vitalidade.

Nem todas marcas têm os nutrientes e os ingredientes necessários para o bom funcionamento do organismo. Algumas rações têm poucas fibras, gorduras e proteínas de qualidade e demasiados carboidratos na sua fórmula ou alimentos transgénicos que podem ser cancerígenos.

Verifique a composição na embalagem. Adapte a alimentação consoante as características do animal. Por exemplo, um cão castrado precisa de uma fórmula específica porque tem tendência a ganhar peso.

Mas antes de dar mais comida, repare se ele não está a pedir atenção. É mais fácil encher a tigela, mas não é, necessariamente, melhor para o animal.

Uma volta no parque faz maravilhas pela saúde de ambos, dono e cão!

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